O Subradar Imob prometia consultar a matrícula de um imóvel contra fontes de titularidade, ônus reais e dívida ativa. Auditamos o que ele realmente consultava e a resposta foi: nada disso.
Tirar de venda foi a única saída honesta. Um laudo que diz “nada consta” sobre uma fonte que nunca foi consultada é pior que laudo nenhum — quem compra toma decisão de centenas de milhares de reais em cima dele.
Titularidade e ônus reais
hipoteca, alienação fiduciária, penhora, servidão — exige contrato com o ONR, consulta paga por matrícula
Dívida ativa do imóvel (IPTU)
não existe fonte nacional; cada prefeitura publica de um jeito e a consulta pede inscrição imobiliária
Ações reais sobre o imóvel
a API pública do CNJ não publica as partes do processo, então não dá para buscar por proprietário nem por matrícula
Regularidade construtiva e ambiental
nunca teve fonte conectada
Nenhuma dessas lacunas se fecha escrevendo código: dependem de contrato com o ONR, de integração prefeitura a prefeitura e de convênio com o CNJ.
Boa parte do risco de uma transação imobiliária está na pessoa do outro lado, não no imóvel: processos, execuções fiscais, protestos e restrições em nome do proprietário, do locatário ou da construtora. Isso o Subradar já faz.
O contrato com o ONR tem custo por consulta. Só faz sentido fechar se houver gente esperando. Deixe seu e-mail e conte o que você precisaria consultar — é isso que vai decidir se o produto volta.